"Eu te esperei todos os séculos
sem desespero e sem desgosto,
e morri de infinitas mortes
guardando sempre o mesmo rosto"
- Cecília Meireles
As horas passam
seu rosto desvaneceu-se com o mar distante.
Não foi nada.
Quando o tempo prenderá as mãos com nós?
Quando voltará o mistério em seus olhos escuros?
Eu tenho saudade desse mistério.
Mais, as horas passam
não voltarás na minha memória.
De que servem as palavras
cuando as horas não tem fim?


As palavras näo servem mais tampoco servem os siléncios.
ResponderSuprimirBoléro, boléro, menina Amanda.
Gracias por pasarte. Me ha gustado mucho tu blog y tu poesía. Además el portugués me produce una nostalgia terrible. Me pasaré más a menudo por aquí, por supuesto.
ResponderSuprimirUn saludo
Muy buen blog. Ha sido una bella casualidad aterrizar en este lugar.
ResponderSuprimirSaludos!
Ambos, este blog ya ha culminado, quizás debería anunciarlo, ahora escribo en asnoitespassam.
ResponderSuprimirGracias por sus lecturas.
Vuelo más alto, pero para ser entendido hablaré un idioma, gracias por este rato.
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